Iniciativas inovadoras, projetos integrados e desafios da Justiça do Trabalho (JT) foram discutidos pelos assessores de Comunicação do Conselho Superior da Justiça do Trabalho (CSJT) e de quatro Tribunais Regionais do Trabalho (TRT) com os Diretores-Gerais (DG) dos Regionais. A reunião dos DGs ocorreu paralelamente à reunião do Colégio de Presidentes e Corregedores dos Tribunais Regionais do Trabalho (Coleprecor) que, no mês de outubro, foi realizada em Curitiba (PR).

Os assessores do TRT da 18ª Região (GO), Márcia Bueno, e do CSJT, Gabriel Reis, falaram sobre a importância da integração entre a Comunicação Social e a Administração Superior em momentos de crise. “O dano à imagem pode inclusive chegar à reputação, caso uma crise não seja bem gerenciada”, pontuou a Márcia. “A Comunicação não é papel de um único setor, mas de todos na organização. Por isso a importância de que os DGs estejam mais próximos da realidade das Ascoms”, destacou Gabriel.

Márcia Bueno falou ainda do “Bom Dia TRT”, plataforma que começou a funcionar no Regional na quarta-feira, 25/10, para levar ao público interno informações de relevância e de maneira segmentada. “O Bom Dia TRT é uma solução para concentrar em um único meio todas as informações importantes para que magistrados e servidores desempenhem suas atividades e possibilita, ainda, a customização de acordo com o perfil do usuário”, afirmou Márcia.

O 1º Prêmio de Jornalismo Trabalho Seguro, do ano de 2015, foi apresentado por Fernando Pinheiro do TRT da 24ª Região (MS). O prêmio surgiu de uma reunião entre a Comunicação e gestores regionais. O resultado foi um sucesso no estado. Foram R$45 mil em prêmios, 102 trabalhos inscritos e 76 classificados em cinco categorias. “Com isso, tivemos 100 matérias produzidas e que falaram bem da Justiça do Trabalho”, explicou. O resultado superou as expectativas e os veículos de Comunicação entraram em contato com o TRT para saber quando será a segunda edição do prêmio. O resultado foi uma sociedade mais informada e jornalistas mais conscientes do funcionamento da JT.

O Tribunal Regional do Trabalho da 3ª Região (TRT/MG) trouxe um exemplo que mostrou como é possível fazer uma exposição que percorra todas as Varas do Trabalho com custo muito reduzido. A campanha “O mês do Trabalho” foi um grande evento com variada programação realizada em maio deste ano. Abarcou visita ao Centro de Memória, lançamento de livros, exibição de filmes e exposição dos 76 anos da JT. “Buscamos trazer uma campanha cultural e lúdica e que atingiu seu objetivo, uma vez que houve interação com a sociedade”, pontuou o assessor de Comunicação do TRT/MG, Samuel Almeida.

Iniciativas em redes sociais foram apresentadas aos DGs pela assessora Martha Gonzalez, do TRT da 17ª Região (ES), que usa a mídia social para abordar o público jovem com humor, linguagem informal e elementos do mundo virtual. Gonzalez mostrou os vários casos bem-sucedidos do Regional, mas também a forma com que os erros serviram para aprimorar a Comunicação. “No Facebook, precisamos de agilidade. Não dá para aprovar com a presidência cada post. Assim, o apoio da Administração do TRT/ES foi e continua sendo fundamental”, destacou. O Diretor-Geral do TRT/GO, Ricardo Lucena, elogiou o trabalho. “Leve os parabéns dos Diretores-Gerais à sua equipe pelo excelente desempenho”, disse.

Por fim, o Conselho Superior da Justiça do Trabalho pontuou como a forma de fazer campanhas institucionais mudou. “A crise orçamentária também chegou às Assessorias de Comunicação Social. Os trabalhos de produção de vídeos para as semanas temáticas contratados externamente agora são feitos internamente”, destacou Gabriel Reis no que se refere às semanas da Conciliação e da Execução Trabalhista. Aproveitou-se os gestores reunidos para verificar a recepção sobre uma logo única da Justiça do Trabalho, como já existe nas Justiças Eleitoral e Federal, bem como diretrizes comuns para os sites dos Regionais.

O Diretor-Geral do TRT/GO, Ricardo Lucena, lembrou a dificuldade de conseguir acessar os nomes dos magistrados da 1ª instância quando ocupou o cargo de secretário-geral do CSJT. “O que parecia uma tarefa simples, solicitada pelo então presidente, mostrou-se bem mais complicada por não haver uma padronização”, completou. Os DGs se comprometeram a conversar com os presidentes sobre os pontos positivos e negativos de se ter uma logo única e voltar a esse ponto na reunião dos DGs de novembro.

Fonte: Coleprecor

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