Nesta quinta-feira, 08/11, quarto dia do XVI Curso Intensivo de Formação Continuada para Magistrados foi realizada uma ‘oficina de execução’, ministrada pela juíza do Tribunal Regional do Trabalho da 5ª Região, Clarissa Magaldi, e pelo juiz auxiliar de execução do Tribunal Regional do Trabalho da 20ª Região, Antônio Francisco de Andrade.

De acordo com a magistrada do TRT da 5ª Região, o objetivo principal da oficina é conscientizar a respeito das possibilidades que as ferramentas eletrônicas apresentam aos juízes para a satisfação do crédito. “No primeiro momento vamos focar na reforma trabalhista e os impactos na execução trabalhista. Logo após faremos uma explanação sobre as ferramentas eletrônicas e suas possibilidades”, destacou.

Ainda segundo Clarissa Magaldi, a oficina foi dividade em três etapas. Iniciou-se com uma aula expositiva sobre o tema, na sequência houve uma atividade de interpretação de dados das ferramentas eletrônicas e foi finalizada com estudos de casos relativos a execução trabalhista.

Para o juiz Antônio Francisco de Andrade, falar sobre a execução trabalhista é muito importante para tentar melhorar a celeridade dos processos. “Para o credor não interessa obter uma sentença favorável se ele não consegue receber. Por isso, vamos falar de ferramentas eletrônicas e sobre o que está sendo utilizado em outros Regionais. É uma forma de falar das experiências negativas e positivas, pois os exemplos acabam sendo úteis para melhorar o nosso trabalho. A oficina é um momento de compartilhar boas experiências e bons resultados, estendendo sua aplicação”, concluiu.

O Curso Intensivo de Formação Continuada, promovido pela Escola Judicial do TRT20, será concluído na próxima sexta-feira, 09/11, com palestras de servidores do TRT20, além de oficinas e debates.

 Fotos: Roberta Dias e Márcio Gracez 

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