Dando continuidade ao primeiro dia de trabalhos do PEP 2019, magistrados e gestores assistiram explanações com sugestões de iniciativas para superar os desafios apresentados para 2019.

O subsecretário de Tecnologia da Informação e Comunicação do TRT20, Levi da Costa Mota foi o responsável pela apresentação da primeira parte das iniciativas, que abordou o tema “Inovações Tecnológicas”. Ele destacou os desafios que a SETIC, juntamente com os demais servidores da casa, precisam enfrentar para conseguir atender com agilidade as demandas do Tribunal. Para isso, ele sugeriu algumas alternativas tecnológicas, entre elas: uso da computação em nuvem e inteligência artificial para superar os desafios apresentados.

Já a segunda parte da apresentação foi conduzida pela juíza titular da 9ª Vara do Trabalho, Marta Cristina dos Santos e pelo juiz substituto Carlos João de Góis Júnior. Os magistrados fizeram uma explanação aos gestores das unidades com o tema “Resultados de Metas e Qualidade de Vida”, no qual abordaram a experiência exitosa da 9ª Vara do Trabalho com a adoção de boas práticas no dia a dia e também a celeridade na resolução dos processos.

“As boas práticas que adotamos na 9ª Vara do Trabalho foram pensadas por uma equipe. Eu, Dr. Carlos João, o diretor, o subdiretor e também os assistentes passamos 1 mês nos reunindo semanalmente e pensando nos processos que existiam na Vara. Então, a primeira medida que nós tomamos foi listar todos os processos que já estavam em pauta e aqueles que estavam circulando e entrariam em pauta. A partir daí, nós conseguimos listar vários processos que eram repetidos. Montamos um esquema de trabalho e, somente no primeiro mês, nós conseguimos resolver 50 processos que estavam espalhados na pauta. Com a resolução e o adiantamento desses processos, começaram a surgir vagas a cada mês para novas audiências até chegarmos ao número atual, onde nós estamos com todos os processos dentro do mês. Foi uma prática maravilhosa e que deu certo, mas é fruto de muito trabalho. Eu acredito que hoje, para uma Vara conseguir isso, vai demandar, mais ou menos, uns dois anos. Mas com planejamento, métodos e sistema é possível fazer sim”, destacou a juíza Marta Cristina.

Fotos: Catarina Gonçalves/Ascom

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