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No segundo ano da campanha “Justiça por Elas: respeito, escuta e proteção”, o Tribunal Regional do Trabalho da 20ª Região (TRT-SE) reafirma seu compromisso com a integridade de seu corpo funcional. O Tribunal dispõe de canais institucionais estruturados para o acolhimento e a proteção de magistradas e servidoras que enfrentam situações de violência doméstica e familiar.

Ouvidoria da Mulher

A Ouvidoria da Mulher funciona como um espaço estratégico de acolhimento permanente. O foco é garantir que a mulher tenha voz, mesmo que ainda não se sinta preparada para formalizar uma denúncia técnica.

  • Confidencialidade: Atendimento sigiloso e livre de julgamentos.
  • Apoio Multidisciplinar: Atuação integrada com as equipes de Saúde, Polícia Judicial e Gestão de Pessoas.
  • Escuta Ativa: Espaço para orientação e registro seguro de relatos.

"A escuta ativa é um dos pilares do acolhimento. Não se trata apenas de ouvir, mas de oferecer um espaço onde a mulher se sinta respeitada e segura. Muitas vezes, o medo ou a insegurança impedem o relato imediato; por isso, o acolhimento empático é o que constrói a confiança necessária para os encaminhamentos devidos", afirmou a desembargadora Rita de Cássia Pinheiro de Oliveira, Ouvidora da Mulher do TRT-SE.

Medidas de Proteção 

Mais do que ouvir, o TRT-SE atua como instância de apoio direto. Dependendo da gravidade e da necessidade do caso, o Tribunal adota medidas de proteção e articula ações com os setores competentes para garantir a segurança física e psicológica da vítima, seguindo o fluxo de proteção previsto em ato normativo.

A mensagem da campanha é clara: procurar ajuda é um direito fundamental. A informação e o acolhimento são ferramentas que salvam vidas, rompendo o ciclo de silêncio que a violência impõe.

Acesse aqui a Ouvidoria da Mulher

Por Daniele Machado (Ascom TRT-SE)