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Edição mostra como brasileiros equilibram essa habilidade diante das pressões do mercado de trabalho e dos abismos sociais

Quando a vida é corrida, quando o tempo é curto, quando a preocupação é pagar as contas ou voltar para casa no fim do dia com segurança, ainda sobra espaço para cuidar das emoções? Na estreia de sua 8ª temporada, o programa Jornada propõe uma reflexão: é possível falar de inteligência emocional sem considerar as condições reais de vida das pessoas?

O episódio analisa a realidade de pessoas que enfrentam rotinas intensas, longos deslocamentos e múltiplas funções, especialmente mulheres que acumulam responsabilidades dentro e fora de casa. Personagens como a professora e dançarina Tatiani Barreira e a operadora de caixa Gabriela Corrêa de Mesquita dão voz aos desafios de equilibrar emoções em contextos de sobrecarga.

A edição também traz a perspectiva de especialistas no tema. A psicóloga Maria Paula explica que a inteligência emocional está diretamente ligada à capacidade de reconhecer, compreender e lidar com as próprias emoções, e esse processo exige tempo. Já o sociólogo Gabriel Teles amplia o debate ao destacar que o acesso a esse desenvolvimento não é igual para todos, pois sofre os impactos da desigualdades sociais, de gênero e raça.

A discussão avança ainda para o ambiente profissional. A gestora de Recursos Humanos Cláudia Abel aponta que, cada vez mais, empresas valorizam habilidades comportamentais, muitas vezes, acima das competências técnicas, especialmente diante de conflitos e desafios nas relações de trabalho. 

Jornada - 8ª temporada
Inteligência emocional no trabalho: até que ponto ela é possível? 
Canal oficial do TST no YouTube

Fonte: TST