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A Escola Judicial do Tribunal Regional do Trabalho da 20ª Região (Ejud-20) finalizou, nesta sexta-feira, 7/8, o "Curso de Atendimento Pré-Hospitalar Tático (APH Tático)". A capacitação presencial, com carga horária total de 32 horas-aula, foi realizada entre os dias 4 e 7 de agosto de 2026, dividida em duas turmas operacionais. 

O treinamento teve como objetivo capacitar tecnicamente os participantes em procedimentos de primeira intervenção hospitalar em ambientes táticos e de risco até o acionamento de equipes especializadas. A ação visa aprimorar a proficiência individual e coletiva nas atividades de segurança de dignitários, inteligência, segurança orgânica e policiamento ostensivo, assegurando os padrões exigidos pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

Destinado aos Agentes da Divisão de Polícia Judicial (DPJ) do TRT da 20ª Região e a Policiais Rodoviários Federais indicados pela Superintendência Regional em Sergipe, o curso integra o Programa Permanente de Capacitação dos servidores do Tribunal e atende aos requisitos de Reciclagem Anual para Atividade de Segurança, fundamentais para a manutenção da Gratificação de Atividade de Segurança (GAS).

A instrução foi conduzida por especialistas da Polícia Rodoviária Federal (PRF): o policial Moacir Viana dos Santos Júnior, pós-graduado em Urgência, Emergência e Atendimento Pré-Hospitalar (Turma 1), e o policial Nizandro Martins Ramos, pós-graduado em Planejamento e Gestão no Trânsito e Ciências Policiais (Turma 2). A realização da capacitação foi viabilizada por meio do Acordo de Cooperação Técnica firmado entre o TRT-20 e a Superintendência da Polícia Rodoviária Federal em Sergipe (SPRF-SE). 

A importância da capacitação foi destacada pelo instrutor da Polícia Rodoviária Federal, Moacir Viana dos Santos Júnior, que ressaltou o impacto prático do treinamento em situações críticas."O mais importante desse treinamento é preparar o profissional para salvar vidas. Em uma situação de risco, ele pode precisar prestar os primeiros socorros a um colega ferido ou até a si próprio. A instrução fornece o conhecimento e a segurança necessários para agir rapidamente e aumentar as chances de que a vítima chegue com vida ao hospital. Nesse momento, o principal objetivo é preservar a vida”, explicou

O também instrutor da PRF, Nizandro Martins Ramos, destacou o desafio de adaptar o conteúdo à realidade dos agentes da Polícia Judicial e elogiou o comprometimento dos participantes."Foi um desafio, porque precisávamos compreender a rotina e as particularidades do trabalho dos agentes da Polícia Judicial, que é diferente da nossa realidade na PRF. Essa aproximação foi muito enriquecedora. A experiência foi extremamente positiva e reforça a importância da atualização contínua, para que o conhecimento seja mantido. Saímos daqui muito gratos e satisfeitos com o desempenho dos alunos", declarou. 

Ejud-20